Nesta terça-feira, 29 de março, quase encerrando o Mês da Mulher, vamos conhecer duas profissionais da Odontologia bastante competentes: as delegadas regionais de Itumbiara, Dra. Adelaide Azedo Corsi, e de Catalão, Dra. Sandra Silveira Machado Aires.
Dra. Adelaide Azedo Corsi
Idade: 68 anos
Formação acadêmica: Odontologia
Especialidade: Dentistíca e Implantodontia
Descreva como é seu dia-a-dia
“Bastante corrido, pois começo a atender pela manhã e fico o dia todo. Volto para casa após o expediente para ter um momento com meus netos.”
O que é a Odontologia para você?
“A Odontologia é a profissão que eu abracei e escolhi para a minha vida. Em nenhum momento, eu me arrependi dessa escolha, pois com a Odontologia me redescobri e pude ver que sou capaz de vencer obstáculos, lidando com pacientes e situações durante o dia-a-dia do consultório.”
Já se sentiu preterida por ser mulher?
“Não. Sempre tive muito respeito dos meus pacientes, independente de eu ser mulher.”

Dra. Adelaide com sua família
Dra. Sandra Silveira Machado Aires
Formação acadêmica: Odontologia pela Universidade de Uberaba (UNIUBE)
Especialidade: Odontopediatria pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Formada há 34 anos, casada com Fernando e mãe de Vinícius e Larissa . A dra. Sandra tem dois enteados: Guilherme e Juliana. E é avó de cinco netos.
Descreva como é seu dia-a-dia
“Sou dona de casa e adoro cozinhar.
Vou cedo para minha clínica, a A.M.M.A Espaço Clínico. Amo a minha profissão, de odontopediatra. Tenho maior orgulho do que eu faço, pois sinto que tenho o dom de cuidar das crianças e dos adolescentes. Sinto prazer em atende-los. Nós, odontopediatras, cumprimos o papel vital na saúde bucal das crianças.”

Na Delegacia Regional de Catalão
Já se sentiu preterida por ser mulher?
“Em relação a ser preterida na minha carreira por ser mulher, sim, quando ainda trabalhava em clínica geral, onde trabalhavam cirurgiões-dentistas homens e mulheres. Chegou um paciente muito forte e grande, que queria extrair um dente. Quando o chamei para entrar no consultório, ele perguntou pelo cirurgião-dentista. Então eu disse que era eu a cirurgiã-dentista. Ele se levantou da cadeira e disse que extração de dentes era serviço para homem e não para mulher como eu (pequena). Enfim, conversei com ele e, no final, deu tudo certo.” .

Dra. Sandra em momento família
Lucielle Bernardes
Assessora de Imprensa do CROGO
Especialidade: Dentistíca e Implantodontia
Descreva como é seu dia-a-dia
“Bastante corrido, pois começo a atender pela manhã e fico o dia todo. Volto para casa após o expediente para ter um momento com meus netos.”
O que é a Odontologia para você?
“A Odontologia é a profissão que eu abracei e escolhi para a minha vida. Em nenhum momento, eu me arrependi dessa escolha, pois com a Odontologia me redescobri e pude ver que sou capaz de vencer obstáculos, lidando com pacientes e situações durante o dia-a-dia do consultório.”
Já se sentiu preterida por ser mulher?
“Não. Sempre tive muito respeito dos meus pacientes, independente de eu ser mulher.”

Dra. Adelaide com sua família
Dra. Sandra Silveira Machado Aires
Formação acadêmica: Odontologia pela Universidade de Uberaba (UNIUBE)
Especialidade: Odontopediatria pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
Formada há 34 anos, casada com Fernando e mãe de Vinícius e Larissa . A dra. Sandra tem dois enteados: Guilherme e Juliana. E é avó de cinco netos.
Descreva como é seu dia-a-dia
“Sou dona de casa e adoro cozinhar.
Vou cedo para minha clínica, a A.M.M.A Espaço Clínico. Amo a minha profissão, de odontopediatra. Tenho maior orgulho do que eu faço, pois sinto que tenho o dom de cuidar das crianças e dos adolescentes. Sinto prazer em atende-los. Nós, odontopediatras, cumprimos o papel vital na saúde bucal das crianças.”

Na Delegacia Regional de Catalão
Já se sentiu preterida por ser mulher?
“Em relação a ser preterida na minha carreira por ser mulher, sim, quando ainda trabalhava em clínica geral, onde trabalhavam cirurgiões-dentistas homens e mulheres. Chegou um paciente muito forte e grande, que queria extrair um dente. Quando o chamei para entrar no consultório, ele perguntou pelo cirurgião-dentista. Então eu disse que era eu a cirurgiã-dentista. Ele se levantou da cadeira e disse que extração de dentes era serviço para homem e não para mulher como eu (pequena). Enfim, conversei com ele e, no final, deu tudo certo.” .

Dra. Sandra em momento família
Lucielle Bernardes
Assessora de Imprensa do CROGO
Em 29.03.2022





