
Mesmo com um Sistema Único de Saúde (SUS) com quase 35 anos de idade sabe-se que o acesso universal, uma garantia constitucional, ainda não é uma realidade no país. Em especial, quando se pensa em integralidade e saúde bucal, é possível perceber uma legião de brasileiros desdentados e com pouco acesso aos serviços especializados. Mesmo com uma Política Nacional de Saúde Bucal, popularmente conhecida por Brasil Sorridente, a Odontologia tem muito o que conquistar neste cenário. Vários são os desafios e conhecer os problemas e tentar compreender suas origens e formas de enfrentamento são etapas essenciais para transformação da realidade.
Assim, um grupo de pesquisadores da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás desenhou um projeto que visa conhecer quais são os obstáculos enfrentados pelos pacientes para acessar os serviços da atenção primária à saúde do SUS de Goiânia. Estes serviços são aqueles ofertados pelas Unidades de Atenção Básica, como, por exemplo, as unidades que atuam com a Estratégia Saúde da Família.
A pesquisa é liderada pela professora Lídia Moraes Ribeiro Jordão e conta com a participação de outros professores e estudantes de graduação e pós-graduação da UFG, bem como de servidores da secretaria municipal de saúde. Recentemente o projeto foi contemplado com um fomento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG), ofertado pela 7ª Edição do Programa Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS).
Para mais informações, leia notícia completa no site da FAPEG.
Acesse AQUI.
*referência ao serviço oferecido pela Prefeitura de Goiânia (e por outras Brasil afora) que busca facilitar o acesso da população aos serviços costumeiramente ofertados por este ente federativo.
Notícia escrita por:
Leandro Brambilla Martorell, presidente da Câmara Técnica de Saúde Coletiva CROGO, Biênio 2022-23.
Em 22.02.2022
Notícia escrita por:
Leandro Brambilla Martorell, presidente da Câmara Técnica de Saúde Coletiva CROGO, Biênio 2022-23.
Em 22.02.2022




